quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Coisas que me fazem bem 11/02/14

  • Esses dois idiotas com suas caras de sono:
  • Jogar Flyff
  • Elogios sobre a minha direção para fotografia
  • Fotografar


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Coisas que me fazem bem 10/02/14


  • Terminar de arrumar o quarto todo
  • Organizar a lista de metas
  • Ouvir Mando Diao
  • Terminar meu trabalho a tempo

Voltei aqui com meu diário

Porque tô tentando get the shit done. Hoje terminei finalmente de arrumar meu quarto, e comecei a fazer o potinho das coisas que me fazem feliz. Fiz também uma lista bem básica de metas e desafios para 2014. Bem básica a ponto de me incentivar a mudar alguns hábitos mas sem me frustrar no final do ano.

Voltei para cá porque acho que online eu acabo tento uma organização melhor das coisas. Vou manter tudo por escrito à mão também porque não dispenso cadernos ♥ Mas de fato digitado fica mais organizado e fica mais fácil para ler e atualizar. Então vamos lá. 

Esse vai ser um rascunho da lista, porque eu tenho umas coisas para atualizar, como séries e livros. Foi inspirada no 101 coisas em 1001 dias, adaptada para 2014, a partir de fevereiro. 

  • Fotografar pelo menos uma vez por semana (contar as semanas)
  • Meditar 10 minutos, uma vez por semana (e ir aumentando aos poucos a frequência)
  • Praticar exercícios físicos pelo menos três vezes por semana (contar os dias e semanas também)
  • Caminhar na praia uma vez por mês
  • Andar de patins pelo menos uma vez por mês
  • Caminhar na sementeira o máximo de domingos possível 
  • Ser mais corajosa na hora de expor minhas opiniões e dizer não
  • Passar um mês inteiro sem fast food (começar a mudar o hábito)
  • Comer chocolate apenas uma vez por semana
  • Ler todos os dias
  • Ler pelo menos um livro por mês (não importa o tamanho)
  • Assistir pelo menos 1 filme da lista do Netflix por semana
  • Atualizar as séries que já acompanho
  • Assistir as séries que prometi assistir
  • Sair mais de casa
  • Manter as amizades, novas e antigas
  • Ser mais educada
  • Sorrir mais
  • Comer uma fruta todos os dias
  • Tomar os florais constantemente
  • Encher um cofre 
  • Ganhar dinheiro (depois estabelecer um mínimo de 1000 reais por mês)
  • Viajar pelo menos 5 vezes esse ano
  • Aprender o que puder de francês em um ano
  • Postar no Projeto Fotográfico pelo menos uma vez por semana
  • Manter as listas e contagens atualizadas


Pronto. É basicamente isso. Daí eu tenho que ver uma forma de contar as coisas. Manter um diário, um calendário com cores específicas para cada item, e atualizar aqui também. Vamos ver como fica.
Vou taguear isso com "metas", e a lista das coisas que me fazem bem com "coisas que me fazem bem" aheuhuaehuae bem óbvio. 

Ok, agora é mãos a obra \o\

domingo, 6 de outubro de 2013

fanfic pra nay ler hauehuae

Você é um idiota = Eu te amo

Sophie Holmes estava em frente a porta que a separava do maníaco que havia, incrivelmente conseguido, sequestrar seu pai, Sherlock Holmes. Ela era a única pessoa com quem ele queria “jogar”. A única pessoa que ele, e todos, sabiam que poderia salvar o grande detetive. Lestrade, Mycroft e todo o resto do mundo logo insistiram para que a garota fosse encontrar o criminoso, instruíram-na da melhor forma, coisas que ela já sabia desde os cinco anos de idade. Mas ninguém pareceu se importar com seu bem estar, com sua segurança. Claro, tinha toda uma equipe da polícia a postos, dando cobertura. Claro, eles tinham planos e códigos para mantê-la a salvo. Mas mesmo assim, não se sentia segura. E claro, ela não demonstrava isso. E claro, John Watson era a exceção. Parada em frente a porta, relembrando tudo que tinha que dizer e fazer, Sophie se surpreendeu quando sentiu uma mão em seu ombro. John.

“Sophie, eu sei que você é a única que pode salva-lo, mas se eu pudesse, iria em seu lugar.”
“Eu sei, John.”
“Você está bem?”
“Sim.”
“Vai ficar tudo bem. Vocês dois são inteligentes. Mais inteligentes do que esse lunático.”
“Obrigada.”
“Sophie...”
“Sim, John?”
“Você não é seu pai. Você tem seus próprios métodos e jeito único de ser. Não seja ele agora.”

A garota sentiu um calor em seu peito que a fez sentir toda a segurança que a polícia não conseguia dar para ela. John ainda a olhava, apreensivo, e ela sabia que ele ainda tinha algo a dizer mas não podiam perder tempo agora. Tempo era a chave. Respirou fundo e levou a mão à maçaneta da porta, mas a mão do médico pousou sobre a sua.

“Sophie...”

Ela o olhou nos olhos e viu. Viu preocupação, viu ódio, viu medo. Medo de perder o único homem que amava nesse mundo. John Watson já perdera demais na sua vida como médico, soldado, detetive consultor, amigo. Ela entendia que ele tinha medo de perder Sherlock.

“Sophie, por favor tenha cuidado.”
“Terei.”

A garota exalou a respiração que nem percebera que estava segurando, e se preparou para abrir a porta novamente. Mas então ela percebeu o que realmente estava acontecendo ali.

“John, obrigada.”
“Obrigada por que?”
“Por se importar comigo.”

O médico respirou fundo e sorriu para ela.

“Ah, Sophie, minha querida! Você não é só a filha do meu melhor amigo. Para mim, você é uma filha também. A única que vou ter nessa vida. E eu me importo com você e com seu pai mais do que comigo mesmo, meu anjo. Nunca esqueça disso.”

Seu pai tinha sua forma peculiar de se importar com ela e demonstrar afeto, e ela não achava ruim. Gostava da sua vida estranha, com o pai estranho. Mas eram momentos como esses que a faziam se sentir humana de verdade. A normalidade que John Watson trazia para a família Holmes aquecia todo o gelo presente naqueles corações. E o gelo derretera em forma de lágrimas. Soltando a maçaneta e agindo por impulso, Sophie abraçou John com toda a força que tinha. E ele a abraçou de volta devolvendo a força que ela iria precisar naquele momento.

E ela nunca se sentiu tão amada e protegida.

Se ela sobreviesse àquilo, não se importaria nem um pouco em chamar John Watson de pai. Porque naquele momento, e em todos os momentos que passavam juntos ele assim o era. Um pai carinhoso e protetor. Ela sempre teve dois pais. Um maluco e um normal, e não tinha nada de que se orgulhasse mais.

“Vai dar tudo certo, meu anjo.”
“Vai!”
“E Sophie, quando encontrar o seu pai, diz que ele é um idiota.”


A garota riu, porque desde que nascera sabia que “você é um idiota” é traduzido como “eu te amo”, na linguagem Holmes-Watson. E ela amava os dois idiotas.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Decidi.

Eu vou ensinar fotografia. Vou criar meu próprio curso de fotografia e ensinar não só a técnica, mas a filosofia, antropologia, sociologia, semiótica, sensibilização da mente e do olhar, a arte. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Meeeeeh

Tava fazendo o bota-fora dos armários da sala hoje com minha mãe e achei um monte de cartinhas que minhas primas mandaram para minha irmã. Várias coisas da minha irmã, na verdade. E aí fui começando a ficar triste porque eu não tive esse relacionamento bonito e forte que minhas primas e minha irmã tiveram pelo fato de eu ser 10 anos mais nova do que todo mundo. Agora é que a gente tá começando a se entender melhor e tal, mas mesmo assim, os universos são muito diferentes. Aí nisso, meu pai me enfia num grupo do whatsapp da família do lado dele, e eu percebo que não conheço ninguém. Sou uma estranha na minha família por parte de pai, completamente.

Até aí, besteiras, tudo bem. Mas foda foi perceber como eu sou uma bosta com minha mãe. Como eu deixo ela triste e irritada com meu comportamento rude, e ela não demonstra isso, porque né, minha mãe não demonstra sentimentos ruins. Mas hoje ela demonstrou. Demonstrou de um jeito que eu comecei a me sentir fraca na hora e tô me sentindo até agora. 

Acho que é por isso que ela nunca demonstra raiva e coisas do tipo. Porque quando ela decide demonstrar, é como jogar ácido na sua existência. E eu sou uma idiota ahueahuehuaehua 

Hora de se redimir, Emília.