sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Vei

Na boa, eu tô enorme :/

Ooooh, no shit Sherlock! Mas tem essas horas em que você realmente vê como tá crítico o estado e fica ansiosa pra mudar logo, mas sabe que demora. Demora mesmo mas eu não posso desistir. Tenho que me manter firme, lembrar de meus objetivos, minhas metas. Ter paciência e firmeza! Eu já consegui antes, consigo de novo.

O espelho não vai me abater. Nem eu mesma! Unf!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A música que cura tudo

When you're all alone we become your home. We're music.

Meh de novo

Eu sou muito besta, é sério. Eu cresci acostumada a ser sozinha, sem confiar nas pessoas. Acostumada com "amizades" falsas, acostumada a não receber o valor que eu mereço, acostumada a ser traída (em níveis de amizade), acostumada com as amizades interesseiras. E aí hoje em dia quando alguém me faz um elogio genuíno, quando alguém corresponde às minhas expectativas, quando alguém mostra meu valor e mostra que realmente é meu amigo, eu não sei como lidar. Acho tudo incrível demais, acho que é ilusão minha, acho que não mereço. Acho sempre que tô atrapalhando, enjoando, interrompendo. Por isso muitas vezes não converso com as pessoas sobre como realmente tô me sentindo, geralmente quando tô pra baixo. Primeiro por não querer atrapalhar, segundo pelo trauma de pensar que vão me julgar idiota, dramática, dizer que eu não tenho problemas de verdade, medo de me abandonarem. Mas aí quando me ouvem, quando me entendem, quando me ajudam, eu fico sem acreditar. Fico extremamente grata, feliz. Plenamente satisfeita, mesmo que meu problema não seja resolvido, só de saber que alguém não tá me julgando e sim me ajudando. Eu cresci sem auto-estima. E mesmo hoje em dia tendo encontrado uma bela porção dela, tem horas que eu me sinto a adolescente solitária de novo. A que não quer encher o saco, a que tem medo de ser julgada como louca, a que se vira melhor sozinha. E eu sei que isso pode acabar me afastando dos meus amigos. Ai já tem horas que eu acho que tô com expectativas demais acerca deles, que eu realmente tô cobrando demais. Tem horas que eu faço drama brincando, mas que acho que acaba irritando e aí na hora que eu quero falar sério, eu acho que eles acham que é drama. Tem horas que eu mesma acho que é só drama. Carência. Tem horas que eu acho que eles não enxergam que existem problemas psicológicos não tratados, que nem todos os problemas são originados por trabalho, relacionamentos, situações ruins, e acham que eu sou louca. Tem horas que eu acho que só quero ser o centro das atenções.

Tem horas que nem eu mesma sei o que tô falando.

Mas olha, eu sei que vai chegar uma hora que vou reler isso aqui e me sentir ridícula e criançona de novo, achar a maior baboseira, mas sabe que isso tá me fazendo bem? Acho que eu precisava disso mesmo. Não tive esse tipo de blog quando adolescente, não extravasei nem expressei da forma que devia e acho que isso pode ter piorado certas situações na minha cabeça. E acho que "despejando" tudo agora dessa forma pode acabar me ajudando. Ia começar a me sentir imatura, e ter medo, de novo, de quem lesse me julgasse mal. Mas foda-se. Eu tô aqui para me resolver comigo mesma. Eu não pedi para você ler isso, e se eu pedi é porque a) eu sei que você não vai me julgar, b) confio em você, c) você precisa ler isso por qualquer motivo que seja.

Eu penso demais e expresso de menos. Isso me faz mal. Começar escrevendo assim com certeza vai me fazer bem. Já expresso um pouco na fotografia, raramente na escrita, mas tomara que isso me faça criar mais coragem e sentir menos medo. Me dê mais vontade de expressar. Ou que simplesmente me ajude a dissipar esses pensamentos chatos.

Ps: Olha o medo de ser julgada atacando aí de novo, gente! 

Não sei classificar...

Mas sabe quando você vê uma pessoa sendo exatamente do jeito que você queria ser? E aí você admira aquela pessoa mas sente inveja ao mesmo tempo? Não aquela inveja nociva, mas uma inveja branca, onde você deseja tudo de lindo para aquela pessoa, mas ao mesmo tempo queria estar no lugar dela. Porque ver essa pessoa crescendo é um incentivo para você de certa forma. Se você não for inerte e tiver coragem de fazer as mudanças necessárias pra ser desse jeito. Se você for um preguiçoso que não faz porra nenhuma, só admira, você acaba se tornando um doente. Ou qualquer coisa do tipo. Enfim. Eu vejo algumas pessoas sendo exatamente do jeito que eu sempre quis ser, admiro-as demais, torço para que dê tudo certo pra elas, porque isso de certa forma me incentiva. E eu tento ser desse jeito também, mostrar que eu sei fazer essas coisas, que eu consigo ser assim ou assada, mas eu não recebo os elogios que essas pessoas recebem, eu acabo depois voltando a ser o que era, acabo insatisfeita comigo mesma. Acho que eu tô de novo sem me aceitar. De novo me preocupando com a forma que as pessoas me enxergam, me interpretam. É uma merda isso porque gera insatisfação. Ao mesmo passo que eu penso "foda-se, quero mais é ser eu mesma e que os outros me aceitem" eu penso "caralho, que imagem será que eu to passando?". Oi oi. Tenho 23 anos e pareço uma menininha de 13 com essas inseguranças todas. Mas a melhor forma de me livrar delas é externando. "Conversando". Porque assim que eu arrumo soluções. Mas ainda não arrumei uma solução para isso. Mas tô me sentindo um pouco melhor. Apesar de estar me sentindo meio ridícula hahahahaha. Mas foda-se.

Olha aí o "foda-se eu não ligo" e depois eu vou ficar pensando "Mas e se alguém achar o blog e ler e me achar uma ridícula?". É por isso que na maioria das vezes eu fico calada e não expresso opiniões. 

Mas foda-se.

Meh

Medo que minha página teve 20 visualizações oO

Enfim. Meu despertador funciona dia sim, dia não, eu acho... Era pra ele ter tocado, eu ter acordado cedo, feito um bocado de coisa e estar me sentindo super bem agora. Mas não. Acordei meio dia, me sentindo trezentos quilos mais gorda porque ontem fiz uma porra dum macarrão com queijo que vi no Rolê Gourmet. Tava bom pra caralho, mas né, as calorias de uma semana inteira. Mas a vida é assim mesmo eheh. Pelo menos eu sonhei com o Benedict Cumberbatch. Olha só que vida empolgante a da pessoa.

Mas agora vou deixar de preguiça e tentar fazer alguma coisa útil. Porque você pode até achar que a preguiça é uma coisa boa, quando você não tem o que fazer como eu. Não trabalha, não estuda, então é de boas ficar em casa com preguiça, fazendo nada. Mas não é não. É uma merda porque você se sente inútil pra caralho. Mas e aí quando você faz coisas úteis, tipo arrumar a casa, cozinhar, ler, estudar algum assunto do seu interesse mas que nunca teve tempo, exercícios físicos, qualquer coisa que seja, você se sente bem melhor. Pelo menos eu me sinto bem melhor. E agora eu vou tentar fazer alguma coisa da minha listinha de coisas úteis (porque eu tenho toc com listas. faço listas pra tudo).

E vamos nós.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

E falando em começar, vamos tentar perder peso de novo.

Né, mais uma vez lá vou eu encarar a balança, toda uma mudança de alimentação e rotina de exercícios físicos pra ver se emagreço alguma coisa. Desde que eu me entendo por gente eu brigo contra a balança. Eu acho que nunca deu certo porque antes essa vontade de mudar sempre partia dos outros, nunca de mim. E nada dá certo quando a iniciativa não parte de você, né? E aí, depois quando eu quis mudar, eu usei algumas ajudas, tipo dietas doidas, shakes doidos, o tipo de coisa que te ilude, que quando você para de usar engorda tudo de novo, e não é o tipo de coisa que você vai querer usar pro resto da vida. Tipo, eu não vou passar o resto da minha vida jantando shake. Parabéns para quem faz isso, mas eu não quero. Quero adaptar minha alimentação para o que eu preciso, de uma forma que eu me adapte bem e consiga mante-la para sempre. É um processo que leva tempo, eu sei. E eu geralmente tenho pressa com essas coisas e isso atrapalha pra caralho. Porque você quer perder logo 10kg de cara, e quando vê que não perdeu nem meio quilo fica frustrada. Pois é. Tem que ir com calma mesmo. Grama depois de grama. E é isso que eu tô tentando fazer agora. Tinha conseguido perder 17kg de novembro do ano passado até abril desse ano, mas a porra do TCC fez com que eu me descuidasse completamente e recuperei 13kg. Olha só que beleza? Mas aí como eu vi que eu consegui emagrecer adaptando a alimentação e me exercitando (a.k.a a forma saudável), não tô tão frustrada assim porque sei que consigo de novo. É só eu voltar a adaptar tudo e ir acostumando, aos poucos, sem fazer meu corpo sofrer, sem desespero, nice and gentle. 

Tive um café da manhã um tanto reforçado hoje, então vou tentar fazer com que meu almoço e, principalmente, meu jantar sejam levinhos. 

E só para constar: tô com 97kg.

E tá um puta cheiro de asfalto novo na rua. O cheiro é desagradável pra caralho, mas é sinal que tão tapando as porra dos buracos!!! Meu carro agradece ♥


Começar numa quarta-feira, por que não?

Resolvi começar outro blog, porque sim.

Porque eu queria um diário, pra encher de coisas pessoais mesmo, besteiras doidas da minha cabeça. Adoro escrever a mão, poderia muito bem pegar um caderno e escrever tudo, mas deu vontade de fazer virtual porque é modinha ehehe. Porque tem coisas (imagens, vídeos, músicas) que eu vou querer compartilhar e não tem como fazer do jeito que eu quero num pedaço de papel.

A ideia inicial é não divulgar, ser uma coisa só minha (estou falando sozinha mesmo, oi), mas quem sabe um dia eu comece aos poucos a ir mostrando pros amigos, se assim me aprouver (e se tiver algo, tipo alguma indireta uhuhu, que eu queira que eles vejam). 

Mas se você por acaso der de cara aleatoriamente com esse blog, saiba que tô aqui pra conversar comigo mesma e não para agradar os outros. Então se o que eu falar não te agradar, fecha aí a página e vai fazer outra coisa mais legal!

Tá, claro que uma hora ou outra eu vou começar a divulgar, e vou falar de coisas como bandas, filmes, séries, livros, fotografia, perda de peso, vida pessoal, então é provável né que eu não escreva tuuuuudo que tenha em mente. Sei lá. Isso se eu continuar o blog direito. 

E vai ser assim. Meio doido, meio sem sentido, meio aleatório, escrever o que eu quiser, do jeito que eu quiser, na hora que eu quiser, pelos motivos que eu quiser.

Só mais um espaço para meu ego comandar.

Porque sim.